sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A evolução do cavalo.

Números
• A população mundial de cavalos está estimada em 75,000,000. 
• Um cavalo dorme várias vezes por dia durante apenas alguns minutos. Um adulto dorme em média 3 horas por dia enquanto um potro tende a dormir mais vezes, durante mais tempo e mais profundamente. 
Consumos
• O cavalo necessita em média de beber 50 litros de água por dia. Isto dá 4 litros de água por dia por cada 50 quilos. 
• Um cavalo necessita de ingerir em média 1 a 2 % do seu peso em comida.

Raças
• Existem mais de trezentas raças de pôneis e cavalos. 
• Falabella é a raça de pôneis mais baixa, não excedendo os 65 cm. 
• O Shire é a raça mais alta de cavalos, podendo ultrapassar os 180 cm. 
• O Lusitano, o Alter Real e o Sorraia são raças portuguesas. 
Os humanos e os cavalos
• Equinofobia e Hipofobia é o medo de cavalos 
• As estátuas eqüestres têm diferentes significados conforme a posição do cavalo: se o animal se apresenta com as duas patas no ar, a pessoa que o monta foi morta em batalha, se apresenta uma, foi ferida, e se tem as quatro pousadas no chão, a pessoa morreu de causas naturais. 
• As unhas do homem e a parte exterior do casco do cavalo são feitos do mesmo material. 
• O cavalo é especialmente sensível ao tacto na área da cabeça, sendo que em termos de sensibilidade, os lábios do cavalo correspondem à ponta dos dedos humanos. 
Superstições
• As ferraduras dos cavalos dão sorte se estiverem penduradas com as pontas voltadas para cima. 
• Os cavalos pretos têm um temperamento mais rebelde.

História
 
A evolução do cavalo.
Descendente de uma linha evolutiva com cerca de sessenta milhões de anos, numa linhagem que parece ter-se iniciado com o Hyracohteriun - um animal primitivo com cerca de 40 cm de altura. Os antecessores do cavalo, são originários do Norte da América mas extinguiram-se aí por volta do Pleistoceno há cerca de cento e vinte mil anos. Os cavalos selvagens originais eram de constituição mais robusta do que as raças de membros esguios que existem na actualidade. Há cinqüenta milhões de anos atrás, uma pequena criatura semelhante a uma lebre, possuindo quatro dedos nas patas dianteiras e três em cada pata traseira, corria através de densas e úmidas vegetações rasteiras, alimentando-se de suculentas plantas e pastagens. Pelo fato de poder fugir e esconder-se de seus destruidores, o pequeno mamífero conseguiu prosperar. Esse animal era Eohippus, o antecessor do cavalo moderno.
Poucos animais possuem um registro tão antigo e completo como o cavalo. Através do estudo de sua história, toma-se conhecimento dos efeitos causados pela crescente mudança do meio-ambiente na batalha do animal pela sobrevivência e das adaptações que foram sendo necessárias durante o processo de sua evolução. Com a mudança gradual do clima, a terra se tornou mais seca, e os pântanos foram cedendo lugar a extensas planícies gramadas. De Eohippus, no espaço de vinte milhões de anos aproximadamente, evoluiu Mesohippus, maior e mais musculoso, possuindo três dedos e patas mais longas. Seus dentes, ligeiramente modificados, eram mais adequados para puxar a grama do que para pastar nos arbustos e musgos dos pântanos.

CURIOSIDADES

CURIOSIDADES
Evolução• Os cavalos e as zebras fazem parte da mesma família. Alguns cavalos apresentam mesmo listas na parte inferior das patas e mais raramente no dorso, exemplo disso é o Sorraia.
• A família à qual pertence o cavalo chama-se “Equus” que significa veloz em grego.
• O antepassado mais longínquo do cavalo não tinha mais de 20 cm. Tinha também três dedos nas patas da frente e quatro nas patas de trás, em vez de um casco.

Anatomia
• Os cavalos têm dois ângulos de visão “mortos”. Um localizado diretamente à frente e outro diretamente atrás.
• As crias dos cavalos conseguem sustentar-se nas patas após uma ou duas horas do nascimento.
• Os cavalos não conseguem respirar pela boca.
• Os cavalos estão “desenhados” para galopar e não para saltar. No estado natural, os cavalos tendem a contornar os obstáculos.
• Os olhos dos cavalos estão entre os maiores dos mamíferos terrestres.
• Os cavalos dormem a maior parte do tempo em pé. Estes animais têm um mecanismo nas pernas (tendões e ligamentos) que os permite estar a em pé sem utilizarem os músculos. Para entrar em fases mais profundas do sono, os cavalos têm de se deitar.
• Para os cavalos é mais confortável estar de pé do que deitados, isto porque quando estão deitados fazem pressão sobre os órgãos internos.
Sentidos
• Os cavalos conseguem ver cores.
• Os cavalos têm um apurado olfato. Conseguem mesmo "cheirar" feromonas.
• As apresentações entre os cavalos fazem-se nariz-com-nariz.
• Os cavalos comunicam através de sons e também expressões faciais, utilizando as narinas, as orelhas e os olhos.
• Os cavalos são extremamente sensíveis ao movimento. Por isso é que se encontram nervosos nos dias ventosos, para eles tudo está em constante movimento.
• Os cavalos têm uma excelente audição e conseguem virar as orelhas em 180 graus para melhor captar os sons.
• Os cavalos conseguem sentir uma mosca a posar na sua pele e usam os músculos que têm por todo o corpo para as espantar.

Números
• A população mundial de cavalos está estimada em 75,000,000.
• Um cavalo dorme várias vezes por dia durante apenas alguns minutos. Um adulto dorme em média 3 horas por dia enquanto um potro tende a dormir mais vezes, durante mais tempo e mais profundamente.
Consumos
• O cavalo necessita em média de beber 50 litros de água por dia. Isto dá 4 litros de água por dia por cada 50 quilos.
• Um cavalo necessita de ingerir em média 1 a 2 % do seu peso em comida.

Raças
• Existem mais de trezentas raças de pôneis e cavalos.
• Falabella é a raça de pôneis mais baixa, não excedendo os 65 cm.
• O Shire é a raça mais alta de cavalos, podendo ultrapassar os 180 cm.
• O Lusitano, o Alter Real e o Sorraia são raças portuguesas.
Os humanos e os cavalos
• Equinofobia e Hipofobia é o medo de cavalos
• As estátuas eqüestres têm diferentes significados conforme a posição do cavalo: se o animal se apresenta com as duas patas no ar, a pessoa que o monta foi morta em batalha, se apresenta uma, foi ferida, e se tem as quatro pousadas no chão, a pessoa morreu de causas naturais.
• As unhas do homem e a parte exterior do casco do cavalo são feitos do mesmo material.
• O cavalo é especialmente sensível ao tacto na área da cabeça, sendo que em termos de sensibilidade, os lábios do cavalo correspondem à ponta dos dedos humanos.
Superstições
• As ferraduras dos cavalos dão sorte se estiverem penduradas com as pontas voltadas para cima.
• Os cavalos pretos têm um temperamento mais rebelde.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Ainda existem cavalos selvagens ?

Ainda existem cavalos selvagens ?

Sim, mas apenas em jardins zoológicos e em reservas controladas. A única espécie ainda existente dos antigos cavalos selvagens, que por milhares de anos habitaram a Terra, é o cavalo de Przewalski (Equus przewalski). Ele habitava as isoladas montanhas da Mongólia, na Ásia, e só foi descoberto por volta de 1870 pelo explorador russo Nikolai Przewalski. Ao contrário das outras raças, que passaram a ser domadas há mais de 5 mil anos, esse animal nunca sofreu domesticação. Comparado ao cavalo comum, o de Przewalski é mais baixo - mede entre 1,22 e 1,47 metro de altura contra 1,50 a 1,60 metro das outras espécies. 
Em meados do século XX, esse animal raríssimo quase foi dizimado por caçadores interessados em sua carne, mas grupos preservacionistas europeus conseguiram evitar o pior. Um acordo entre entidades ambientalistas, com o World Wildlife Fund (WWF) à frente, e o Parque Nacional de Cévennes, no sul da França, criou o projeto Takh - palavra da língua mongol que significa exatamente "cavalo selvagem".
Graças ao projeto, centenas de cavalos de Przewalski foram levados para o parque francês, onde são mantidos numa área de 300 hectares, sem o menor contato com humanos e nas condições mais naturais possíveis. A intenção dos ambientalistas é um dia poder reintroduzi-los em seu hábitat natural.


Mitos sobre o cavalo branco -


O cavalo branco na Índia
Antigamente, na Índia, sacrificava-se um cavalo branco com o objectivo de assegurar a prosperidade do reino. Soltavam o cavalo branco mais belo do reino para nordeste. O príncipe herdeiro e alguns guerreiros jovens deviam seguir todos os seus passos durante um ano.

Eles deviam preservar a sua liberdade, e sobre tudo, impedir que emprenhe alguma égua. Encarnação do sol, a sua corrida era sagrada e os territórios atravessados pertenciam ao soberano.
Passado um ano, o cavalo voltava ao ponto de partida (empurrado pelos cavaleiros) na hora da sua morte. Este ritual solar era praticado ao fim de um reinado, com o objectivo do soberano transmitir ao seu filho mais velho a sua glória e o seu território.
Mitos do Cavalo Branco
Os cavalos brancos na Pérsia
Os Persas atribuíram um papel religioso importante aos cavalos brancos. Os habitantes de Cilicia tinham que dar um cavalo por dia ao rei da Pérsia, que era a encarnação de Mithra, o deus da Luz e o dono dos pastos. Mithra conduzia um carro puxado por quatro cavalos brancos imortais. Os cavalos brancos eram sacrificados num culto dedicado a este Deus.Os cavalos brancos na China
Na China, venerava-se as éguas brancas de Kubilay Khan, neto de Gengis Kan e primeiro imperador Chinês, fundador da dinastia Yuan.
No momento da festa branca da Primaveira, os chegados de Khan reuniam mil éguas para uma brancura imaculada. Quando essas éguas passavam através do país, ninguém se atrevia a atravessar o caminho. Fazê-lo era considerado uma profanação. Apenas o “filho do céu” e seus parentes mais próximos podia beber o leite das éguas sagradas.
Os Celtas
Os Celtas também honravam os cavalos. Na sua morte, os cavalos não eram comidos nem abandonados para que os abutres ou predadores os comecem, mas sim eram sepultados
Os cavalos brancos foram consagrados, em particular as éguas como símbolos da fertilidade. Os chefes participavam em rituais de fecundidade com éguas brancas com o fim de trazer prosperidade ao seu povo.
Como podemos ver, o cavalo branco desempenhou um papel importante nas diferentes culturas ao longo da história.



cavalos-

O cavalo (do latim caballu) é um mamífero hipomorfo, da ordem dos ungulados, uma das sete espécies modernas do gênero Equus. A denominação para as fêmeas é égua, para os machos não castrados, garanhão e para os filhotes, potro. Esse grande ungulado é membro da mesma famíliados asnos e das zebras, a dos equídeos. Todos os sete membros da família dos equídeos são do mesmo gênero, Equus, e podem relacionar-se e produzir híbridos, não férteis, como asmulas.Pertencem a ordem dos perissodáctilos no qual fazem parte rinocerontes e antas (tapires). Os cavalos têm longas patas de um só dedo cada.

Esses animais dependem da velocidade para escapar a predadores. São animais sociais, que vivem em grupos liderados por matriarcas. Os cavalos usam uma elaborada linguagem corporal para comunicar uns com os outros, a qual os humanos podem aprender a compreender para melhorar a comunicação com esses animais. Seu tempo de vida varia de 25 a 30 anos.


cavalos -

Os cavalos (Equus caballus) são perfeitamente adaptados a diversos desportos e jogos, como corrida, pólo, provas de ensino ou equitação, ao trabalho e até à equoterapia (recuperação da coordenação motora de certos deficientes físicos).

O cavalo teve, durante muito tempo, um papel importante no transporte; fosse como montaria, ou puxando uma carruagem, uma carroça, uma diligência, um bonde, etc.; também nos trabalhosagrícolas, como animal para a arar, etc. assim como comida. Até meados do século XXexércitosusavam cavalos de forma intensa em guerras: soldados ainda chamam o grupo de máquinas que agora tomou o lugar dos cavalos no campo de batalha de "unidades de cavalaria", algumas vezes mantendo nomes tradicionais (Cavalo de Lord Strathcona, etc.)


cavalos -



Como curiosidade, a raça mais rápida de cavalo, o famoso thoroughbred (puro sangue inglês) alcança em média a incrível velocidade de 17 m/s (60 km/h).

evolução do cavalo

evolução do cavalo

Ficheiro:Horseevolution Português.png

Raças-

mais conhecidas

  • Andaluz
  • Alter-Real
  • Árabe
  • Arabo-Friesian
  • Appaloosa
  • Berbere
  • Bolinhês
  • Brabantino
  • Bretão
  • Brasileiro de Hipismo
  • Cavalo campolina
  • Clydesdale
  • Crioulo
  • Holsteiner
  • Mangalarga Paulistina
  • Mangalarga Marchador
  • Morgan
  • Oldenburg
  • Paint Horse
  • Pampa
  • Pantaneiro
  • Paso
  • Pônei
  • Pônei brasileiro
  • Puro Sangue Inglês (ou PSI)
  • Puro Sangue Lusitano
  • Quarto-de-Milha
  • Shire
  • Sela Francesa ou Selle Français
  • Sorraia
  • Friesian
Características de algumas raças ou tipos

raça- 
Shetland
altura (cm)-
81-102
peso (kg)-
200-225

raça-
Pônei brasileiro
altura (cm)-
100-110

raça-
Galloway
altura (cm)-
142-152
pesso (kg)-
275-400

tipo-
Pônei (pequeno)
altura (cm)-
102-122
peso (kg)-
225-350

tipo-
Pônei (grande)
altura (cm)-
132-142
peso (kg)-
250-360

tipo-
Lightweight hack
atura (cm)-
152-163
peso (kg)-
350-500

tipo-
Heavyweight hack
altura (cm)-
163-173
peso (kg)-
450-600

tipo-
tração
altura (cm)-
163-183
peso (kg)-
550-800

Curiosidades sobre Cavalos

painthorse.jpg

Evolução-
  • Os cavalos e as zebras fazem parte da mesma família. Alguns cavalos apresentam mesmo listas na parte inferior das patas e mais raramente no dorso, exemplo disso é o Sorraia.
  • A família à qual pertence o cavalo chama-se “Equus” que significa veloz em grego.
  • O antepassado mais longínquo do cavalo não tinha mais de 20 cm. Tinha também três dedos nas patas da frente e quatro nas patas de trás, em vez de um casco.


Anatomia-

  • Os cavalos têm dois ângulos de visão “mortos”. Um localizado directamente à frente e outro directamente atrás.
  • As crias dos cavalos conseguem sustentar-se nas patas após uma ou duas horas do nascimento.
  • Os cavalos não conseguem respirar pela boca.
  • Os cavalos estão “desenhados” para galopar e não para saltar. No estado natural, os cavalos tendem a contornar os obstáculos. 
  • Os olhos dos cavalos estão entre os maiores dos mamíferos terrestres.
  • Os cavalos dormem a maior parte do tempo em pé. Estes animais têm um mecanismo nas pernas (tendões e ligamentos) que os permite estar a em pé sem utilizarem os músculos. Para entrar em fases mais profundas do sono, os cavalos têm de se deitar.
  • Para os cavalos é mais confortável estar de pé do que deitados, isto porque quando estão deitados fazem pressão sobre os órgãos internos.

Sentidos-

  • Os cavalos conseguem ver cores.
  • Os cavalos têm um apurado olfacto. Conseguem mesmo "cheirar" feromonas.
  • As apresentações entre os cavalos fazem-se nariz-com-nariz.
  • Os cavalos comunicam através de sons e também expressões faciais, utilizando as narinas, as orelhas e os olhos.
  • Os cavalos são extremamente sensíveis ao movimento. Por isso é que se encontram nervosos nos dias ventosos, para eles tudo está em constante movimento.
  • Os cavalos têm uma excelente audição e conseguem virar as orelhas em 180 graus para melhor captar os sons.
  • Os cavalos conseguem sentir uma mosca a posar na sua pele e usam os músculos que têm por todo o corpo para as espantar.
Números-

  • A população mundial de cavalos está estimada em 75,000,000.
  • Um cavalo dorme várias vezes por dia durante apenas alguns minutos. Um adulto dorme em média 3 horas por dia enquanto um potro tende a dormir mais vezes, durante mais tempo e mais profundamente.
Consumos-

  • O cavalo necessita em média de beber 50 litros de água por dia. Isto dá 4 litros de água por dia por cada 50 quilos.
  • Um cavalo come em média 10 kgs de feno por dia. Um cavalo necessita de ingerir em média 1 a 2 % do seu peso em comida.
Raças-

  • Existem mais de trezentas raças de póneis e cavalos.
  • Falabella é a raça de póneis mais baixa, não excedendo os 65 cm.
  • O Shire é a raça mais alta de cavalos, podendo ultrapassar os 180 cm.
  • O Lusitano, o Alter Real e o Sorraia são raças portugueses.
Os humanos e os cavalos-

  • Equinofobia e Hipofobia é o medo de cavalos
  • As estátuas equestres têm diferentes significados conforme a posição do cavalo: se o animal se apresenta com as duas patas no ar, a pessoa que o monta foi morta em batalha, se apresenta uma, foi ferida, e se tem as quatro pousadas no chão, a pessoa morreu de causas naturais.
  • As unhas do homem e a parte exterior do casco do cavalo são feitos do mesmo material.
  • O cavalo é especialmente sensível ao tacto na área da cabeça, sendo que em termos de sensibilidade, os lábios do cavalo correspondem à ponta dos dedos humanos.
Superstições-

  • As ferraduras dos cavalos dão sorte se estiverem penduradas com as pontas voltadas para cima.
  • Os cavalos pretos têm um temperamento mais rebelde.

raças de cavalos

ÁRABE (O Filho do Vento)




É a raça equina mais antiga do mundo. Sua origem perde-se na noite dos tempos. Os mais remotos registos da sua presença foram encontrados na câmara mortuária do Faraó Pihiri, que viveu no século XX a. C.
Criação: Sempre criado pelos beduínos do interior da península arábica com fervor, porque eles sabiam que os animais extremamente rústicos sobreviviam às agruras do deserto com temperamento excessivamente quente de dia e noites muito frias no regime de pouca agua e quase nenhum alimento. A sua resistência às intermináveis deslocações das tribos à procura de novas pastagens é outra característica pela qual são universalmente reconhecidos. Foi usado desde tempos imemoriais pelos beduínos como meio de transporte, na caça e nas constantes guerras intertribais, sendo a mais veloz das raças equinas em estado natural. Dócil e obediente, a sua beleza física inspirou poetas, pintores e escultores desde tempos antigos. A sua resistência e rusticidade tornou a montaria de generais famosos como Alexandre O Grande, Napoleão Bona Parte, Reis e Príncipes.
Características: É o mais harmonioso dos cavalos. A sua silhueta e inconfundível. Cabeça pequena, sempre alta, com perfil ligeiramente côncavo; olhos redondos, grandes e vivos; pescoço longo finamente arqueado; espáduas inclinadas, lombo curto, garupa quase horizontal, cauda alta com fios sedosos e longos, quando em movimento estes elevam-se até a vertical. Pernas fortes, boa musculatura, andar largo e cascos duros como marfim. A sua aparência geral exala força e vitalidade. Ao contrario das outras raças que possuem dezoito costelas, seis vértebras lombares e dezoito vértebras na cauda, o Árabe tem, respectivamente, dezassete – cinco – dezasseis. Ele e o PSI são criados em todos os países do mundo e os stud books são aprovados e dirigidos pela WAHO (World Arab Horse Oraganization), ao qual Portugal também filiado.
Altura: Entre 1,47 e 1,57m.
Cores: Tordilho, Castanho, Alazão, Preto.
Usos: Sela, Corridas, Saltos de obstáculos, lida do gado, lazer e circo.

APPALOOSA




O gene que faz o cavalo sarapintado é tão antigo quanto o próprio equídeo (havia cavalos malhados na China e na Pérsia), mas o crédito pela criação de uma raça distintiva pela sua pelagem cabe modernamente aos índios Nez Persé da América do Norte, que vivem no noroeste do actual estado do Oregon. As suas terras incluíam o vale do rio Palouse, que foi o rio que deu  nome aos cavalos.
Criação: A raça desenvolveu-se no século XVIII, com base nos cavalos trazidos pelos espanhóis. Nesse lote havia exemplares de pelagens sarapintadas descendentes remotos de cavalos da África Central. Os Nez Persé, que eram grandes criadores de cavalos, praticavam rigorosas políticas selectivas. Finalmente obtiveram um cavalo capacitado para qualquer trabalho, de aspecto inconfundível, além de essencialmente pratico. Em 1877, a tribo e a sua bela manada quase foram exterminados quando o governo da união ocupou as reservas. Todavia em 1938, com a formação do Appaloosa Horse Club, em Moscow, Idaho, a raça começou a renascer das cinzas. O seu registo é hoje o terceiro mais numeroso do mundo.
Características: Appaloosa moderna é reprodutor, mas também animal de competição (corridas e saltos) pela consistência, vigor e boa índole. Há cinco pelagens oficiais da Appaloosa: Blanket (cobertor), marble (mármore), leopard (leopardo), snowflake(floco de neve) e frost (geada).
Influências: Espanhol: Acrescentou força, resistencia, adaptabilidade – e a pelagem mosqueada.
Altura: Entre 1,47 e 1,57m.
Cores: Sarapintado
Usos: Sela

ANGLO-ÁRABE




O Anglo-Árabe é uma raça resultante da mestiçagem do Árabe e de seu descendente, o PSI (Thoroughbred), que combina as melhores qualidades dessas raças de elite. Do Árabe espera-se que ele herde a resistência, a versatilidade, a frugalidade no trato e os cascos densos; do PSI a estatura maior e a velocidade. De ambos a habilidade atlética para os esportes hípicos.
Criação: A raça originou-se e aperfeiçoou-se na França, onde os Anglo-Árabes são criados sistematicamente desde os tempos napoleônicos nas grandes coudelarias do sudoeste, em Pau, Pompadour, Tarbes e Gelos desde o ano de 1800. Os primeiros Anglo-Árabes são o cruzamento de éguas PSI com os garanhões Árabes (nunca o inverso), importados do Egito por Napoleão Bonaparte e seus generais. Já em 1836 a criação francesa era famosa, tornando-se necessário a introdução de novas linhagens par refrescamento do sangue. Foram importados dois magníficos Árabes do oriente próximo Massoud e Aslan e três éguas PSI Dair, Common Mars e Selim. Por volta de 1850 a raça foi considerada formada e os cruzamentos com Árabes ou PSI puros passaram a ser cortados.
Características: Na aparência o Anglo_Árabe tende mais para o PSI. Sua fronte é recta (e não côncava como o Árabe), e sua estatura elevada. Os ombros são inclinados e fortes, as perlas longas e bem formadas com ossatura e cascos de boa qualidade, bons pulmões e excelente coração. São versáteis cavalos de sela, prestando-se para corridas em hipódromos, provas se salto de obstáculos, adestramento clássico e pólo. Na França os Anglo-Árabes têm corridas especiais, e seu stud book não aceita produtos com menos de 25% de sangue Árabe ou Thoroughbred.
Influências: Thoroughbred: Colaborou com tamanho, decisão, galope e potencial competitivo. Árabe: Solidez, vigor, resistência e temperamento calmo.
Altura: Varia entre 1,62 e 1,67m.
Cores: Tordilho, Castanho, Alazão  
Usos: Sela, Desportos hípicos


sábado, 22 de Janeiro de 2011

ANDALUZ (ESPANHOL


O moderno Andaluz descendente do cavalo Espanhol, o qual, como o Árabe e o Berbere, teve a maior influência sobre a população equina do mundo. Até o século XIX, o cavalo Espanhol era considerado o melhor da Europa. Toda a equitação clássica das escolas do Renascimento se baseava nele. A famosa escola de equitação de Viena é chamada ‘Espanhola’ em sua honra (spanische Reitschule), e seus famosos Lipizzaners brancos descendem directamente de cavalos exportados da Espanha para Lipica, na Eslovénia, no século VI. O cavalo Espanhol teve influências dominante em quase todas as raças e é a base da maior parte dos cavalos existentes na América Latina.
Criação: Na Anadaluzia, a criação está centrada em Jerez de la Frontera, Córdoba e Sevilha, onde foi preservada pelos mosteiros cartuxos. O cavalo Espanhol pode ter derivado de uma mistura do nativo Sorraia com o Tarpan e com os Berberes trazidos pelos mouros do norte da África.
Características: O Andaluz é um cavalo de grande presença. Embora não seja muito veloz, é ágil e atlético. Tem uma cabeça de extraordinária nobreza, o perfil característico, dito ‘de falcão', crina e cauda longa, luxuriantes, e, com frequência, aneladas.
Influências: Berbere: Responsável principal pelo ardor, bravura, robustez e grande agilidade. Sorraia: Fundamento ‘primitivo’ da raça, deu-lhe força e notável resistência.
Altura: Média é cerca de 1,57m.
Cores: Tordilho, Castanho, Alazão  
Usos: Sela, Touradas, Adestramento, Shows